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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Bach - Christmas Oratorio, BWV 248



"O Oratório de Natal (em alemão: Weihnachtsoratorium) BWV 248, é um oratório de Johann Sebastian Bach compilado para ser apresentado na igreja durante a época do Natal. Foi escrito para o Natal de 1734, incorporando a música de composições anteriores do próprio compositor, inclusive três cantatas seculares, escritas entre 1733 e 1734, e uma cantata extraviada nos dias de hoje, BWV 248a. A data é confirmada no manuscrito de Bach. A apresentação seguinte não foi antes de 17 de dezembro de 1857 pela "Sing-Akademie" de Berlim, regida por Eduard Grell. O "Oratório de Natal" é um exemplo particularmente sofisticado da técnica de Paródia Musical. O autor do texto é desconhecido, embora Christian Friedrich Henrici (Picander) tenha sido um possível colaborador.

Essa obra pertence a um grupo de três oratórios escritos no final da carreira de Bach, em 1734 e 1735, para as principais festividades, sendo os outros o Oratório de Ascensão (BWV 11) e o Oratório de Páscoa (BWV 249). Todos eles incluem um tenor Evangelista como narrador e fazem paródia de composições anteriores, sendo o "Oratório de Natal" a obra mais longa e complexa.

O oratório tem seis partes, sendo cada uma delas destinadas a apresentação em um dia das festas principais do período natalino. Modernamente, a peça é geralmente apresentada como um todo, ou dividida em duas partes iguais. A duração total da obra é aproximadamente três horas. De modo similar aos outros oratórios, um tenor Evangelista narra a história.

A primeira parte (para o dia de Natal) descreve o Nascimento e a Nominação de Jesus; a segunda (para o dia 26 de dezembro), a Anunciação aos Pastores; a terceira (para 27 de dezembro), a Adoração dos Pastores; a quarta (para o Dia de Ano Novo), a Circuncisão de Jesus; a quinta (para o domingo após o Ano Novo), a Jornada dos Reis Magos, e a sexta (para a Epifania), a Adoração dos Reis Magos.r, pianista e organista francês."


Oratoria de Natal op 12, C. Saint-Saens

Coro do Colégio do Rosário, Orfeon Acadêmico de Coimbra

Camille Saint-Saëns (Paris, 9 de outubro de 1835 – Argel, 16 de dezembro de 1921) foi um compositor, pianista e organista francês.

domingo, 12 de agosto de 2012

Bob Dylan e a filosofia espírita

Forever Young

May God bless and keep you always,
May your wishes all come true,
May you always do for others
And let others do for you.
May you build a ladder to the stars
And climb on every rung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

May you grow up to be righteous,
May you grow up to be true,
May you always know the truth
And see the lights surrounding you.
May you always be courageous,
Stand upright and be strong,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.

May your hands always be busy,
May your feet always be swift,
May you have a strong foundation
When the winds of changes shift.
May your heart always be joyful,
May your song always be sung,
May you stay forever young,
Forever young, forever young,
May you stay forever young.


Bob Dylan - Forever Young


Tradução:
Jovem Para Sempre

Que Deus te abençoe e te acompanhe sempre,
Que seus desejos se tornem realidade,
Que você sempre faça para os outros
E deixe que os outros façam por você.
Que você construa uma escada para as estrelas
E suba cada degrau,
Que você fique jovem para sempre,
Jovem para sempre, jovem para sempre,
Que você fique jovem para sempre.

Que você cresça para ser justo,
Que você cresça para ser verdadeiro,
Que você sempre saiba a verdade
E veja as luzes ao seu redor.
Que você seja sempre corajoso,
Fique em pé e seja forte,
Que você fique jovem para sempre,
Jovem para sempre, jovem para sempre,
Que você fique jovem para sempre.

Que suas mãos estejam sempre ocupadas
Que seus pés sejam sempre rápidos
Que você tenha uma base forte
Quando os ventos das mudanças voltarem.
Que o seu coração seja sempre feliz,
Que sua canção seja sempre cantada,
Que você fique jovem para sempre,
Jovem para sempre, jovem para sempre,
Que você fique jovem para sempre.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Vale a Pena – Grupo Vocal Sábado de Sol


Composição: André de Francesco e Débora da Francesco

Vale a pena ser…..coração
Quando tudo é …..desamor
Vale a pena ser…..como irmão
Quando o outro quer a dor

Vale a pena ser …..como o sol
Quando tudo é …..escuridão
Vale a pena ser …..um farol
Quando o resto é solidão

Vale a pena sonhar…..
Vale a pena sorrir…..
Vale a pena viver…..e amar

Vale a pena ser…..uma estrela
Quando alguém quer…..desistir
Vale a pena ser…..um sorriso
Quando a lágrima cair

Vale a pena sonhar…..
Vale a pena sorrir…..
Vale a pena viver…..e amar

Vale a Pena - Sábado de Sol


sábado, 21 de julho de 2012

9ª Sinfonia de Beethoven - Fraternidade Entre os Povos


A figura que geralmente as pessoas têm de Beethoven, principalmente graças aos filmes sensacionalistas, e muitas vezes baseados em boatos sobre sua vida um tanto misteriosa, é a de um homem explosivo, fechado, mal-humorado, misantropo e dado a bebidas, "com o típico temperamento alemão". Não se pode dizer que ele não foi assim, embora existam muitos exageros no cinema, fatos e características suas sugeridos pelos filmes que não estão de acordo com a história conhecida, até porque se conhece muito pouco da vida de Beethoven, principalmente em seus enigmáticos últimos anos.

Beethoven - Familia elo de paz
Mas a verdade é que fora esses traços de sua personalidade, e mais importantes do que eles, é o outro lado de Beethoven, bem menos conhecido, uma vez que ele não daria tanta audiência aos filmes. O maior gênio musical da história era um homem de uma séria e profunda concentração e espiritualidade, possuía um extremo senso de justiça, um coração generoso, um caráter forte, elevado, nobre, avesso a todo tipo de hipocrisia, bajulação e mesquinharias. Sua elevação moral era irrepreensível, e por trás de sua aparência carrancuda havia um imenso coração resplandecente de amor e justiça, e angustiado com o futuro da humanidade.

E foi pensando no futuro da humanidade que em 1824, Beethoven concluiu a sua 9ª Sinfonia, considerada uma das maiores obras musicais de todos os tempos, se não for a maior. A 9ª Sinfonia, juntamente com a Missa Solemnis e com seus últimos quartetos para cordas, constitui seu testamento artístico definitivo. Nela, Beethoven atingiu o ponto culminante de seu gênio e deixou-nos a enigmática mensagem de que o Grande Homem é possível. Conhecida como “A Sinfonia Coral”, por ser a primeira sinfonia na história a apresentar coros e solistas vocais, o gênio utilizou-se, no 4º movimento, de um poema de Schiller intitulado “Ode à Alegria” para transmitir parte de seus propósitos. Mas não se trata aqui da alegria frívola, fútil, mundana, daquela proporcionada pelo prazer, mas de uma alegria divina, espiritual, advinda das profundezas da alma em sua harmonização com todos os homens, com todos os seres da natureza, com o universo e, finalmente, com Deus, seja qual for o conceito que tenhamos do mesmo.

Beethoven - Familia elo de paz
Após o devastador e trágico 1º movimento, de uma força e grandiosidade inigualáveis e avassaladoras; após a energia violenta e luminosa do scherzo; após a densa celestialidade impregnada de mistério, de amor e de luz do adagio, surgem, no 4º movimento, depois de uma trágica introdução, os coros e os solistas a cantar em absoluto êxtase e força espiritual a “Ode à Alegria”, alternando luz e sombras num dos momentos mais sublimes de toda a Arte.

Impossível não se emocionar com a grandeza descomunal e com a sensação de poder e de vitória que a obra nos transmite. É que na música de Beethoven, como afirmou o filósofo Samael Aun Weor, “cada nota tem o seu significado, cada silêncio, é uma emoção superior. Não é a música de formas, mas de ideias arquetípicas inefáveis.” Que profundo mistério o gênio da música intentou nos revelar? Que verdades existem na 9ª Sinfonia? Eu diria que nela, resumidamente, Beethoven quis nos mostrar artisticamente o caminho do Grande Homem, aquele capaz de vencer seus obstáculos, principalmente os que estão dentro dele próprio, e encontrar o caminho do amor, amor em toda sua amplitude, em todo seu significado, em todos os seus sentidos.

O que diria Beethoven, se hoje soubesse que uma imensa parcela da humanidade preferiria ouvir um “funk” ou coisa do tipo a sua Sinfonia, e que ainda chama tais degradações de “música”? O que diria Beethoven se verificasse que a humanidade, ao invés de se tornar uma grande humanidade, está caminhando com passos decididos rumo à destruição do planeta e à autodestruição? Talvez compusesse a “Ode à Tristeza”, e não a Fraternidade Entre os Povos.

Beethoven - Familia elo de paz
Mas Beethoven cumpriu sua missão, como previu em seu “Testamento de Heiligenstadt”. Escreveu o gênio: “me parecia impossível abandonar o mundo antes de realizar tudo o que me está predestinado...” E ele realizou. Fiquemos com os últimos versos do poema de Schiller, que o coro canta sublimado e com força titânica no final da 9ª Sinfonia: “Mundo, você percebe seu Criador?/ Procure-o mais acima do Céu estrelado!/ Sobre as estrelas onde Ele mora!” Fonte.: artedofim.blogspot.com.br

Ouça a sinfonia n.º 9 no Link abaixo:
A sinfonia n.º 9 em ré menor, op. 125, "Coral"
Ouça a música Himno a la alegria no Link abaixo:
MIGUEL RIOS - Himno a la alegria

Himno a La Alegria - Miguel Rios


Escucha hermano la canción de la alegría
el canto alegre del que espera un nuevo día
ven canta, sueña cantando
vive soñando el nuevo sol
en que los hombres volverán a ser hermanos,
ven canta, sueña cantando
vive soñando el nuevo sol
en que los hombres volverán a ser hermanos.
Si en tu camino sólo existe la tristeza
y el llanto amargo de la soledad completa
ven canta, sueña cantando
vive soñando el nuevo sol
en que los hombres volverán a ser hermanos.
Si es que no encuentras la alegría en esta tierra
buscala hermano más alla de las estrellas
en canta, sueña cantando
vive soñando el nuevo sol
en que los hombres volverán a ser hermanos.

MIGUEL RIOS - Himno a la alegria




Víctor, Ana, Miguel Ríos y Serrat 


 
"fora da caridade não há salvação"